Sede da UEMS em Campo Grande (MS)[/caption]
O professor também comenta que pela falta de autonomia da UEMS, planejamento da nova unidade não foi definido dentro de seus conselhos internos, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), que viabiliza o projeto pedagógico dos cursos e o Conselho Universitário (Couni), que analisa os recursos disponíveis. “Acontece que este prédio em Campo Grande está sendo focado para um curso que não existe, o de Medicina, que é da vontade do governador e não passou por nenhum trâmite interno, não tem nenhuma notícia da elaboração do projeto pedagógico, não tem tramitação nos conselhos superiores e sem verba para sua criação”, explica Abrão.
De acordo com a Chefe do Escritório de Representação da UEMS, Eliza Cesco, o terreno para construção fica junto à Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), na saída para Rochedinho. “O projeto arquitetônico prevê cerca de 16.000m² de área construída, distribuídos em cinco blocos com oito salas de aula, para sessenta alunos, destinados aos cursos de graduação e pós-graduação. Um bloco só com laboratórios que atenderão às especificidades de cada curso. Em cada bloco esta previsto também gabinetes de trabalho para docentes e salas de coordenação de curso”, conclui Cesco.
O início das obras está previsto para segundo semestre deste ano e a conclusão para 2014.
Ouça a entrevista de Fabíola Brandão e entenda a atual situação da UEMS:
https://soundcloud.com/primeiranot-cia/audio-fab-ola-uems
Texto: Ana Heck
Fotografia: Flávia Lima
Edição: Geisy Garnes
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco do Brasil aprovaram o financiamento de R$ 733,5 milhões ao Estado. Entre as demandas, R$ 47 milhões serão utilizados para a construção da sede da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) em Campo Grande. Hoje, a UEMS está localizada no bairro Arnaldo Estevão em um prédio cedido, onde antes era um colégio. Segundo a acadêmica do curso de Letras, Fabíola Brandão, a infraestrutura da universidade é precária. "A gente tem cinco cursos de licenciatura e um de bacharelado que funcionam sem a menor garantia de contemplação dos projetos pedagógicos previstos. A gente não tem laboratório de informática, tem uma biblioteca com acervo precário. Estrutura da universidade não tem espaço nem para todos os cursos", completa.
O movimento acadêmico, que inclui alunos, professores e técnicos, faz pressão junto à reitoria e ao governo há quatro anos. Em 2012 os alunos realizaram três passeatas e no início de 2013 fizeram uma paralisação na unidade de Campo Grande que durou duas semanas. Segundo o professor e coordenador do curso de Letras, Daniel Abrão, a pressão resultou na construção de dois blocos de emergência, um aqui e outro na unidade de Paranaíba.
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Sede da UEMS em Campo Grande (MS)[/caption]
O professor também comenta que pela falta de autonomia da UEMS, planejamento da nova unidade não foi definido dentro de seus conselhos internos, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), que viabiliza o projeto pedagógico dos cursos e o Conselho Universitário (Couni), que analisa os recursos disponíveis. “Acontece que este prédio em Campo Grande está sendo focado para um curso que não existe, o de Medicina, que é da vontade do governador e não passou por nenhum trâmite interno, não tem nenhuma notícia da elaboração do projeto pedagógico, não tem tramitação nos conselhos superiores e sem verba para sua criação”, explica Abrão.
De acordo com a Chefe do Escritório de Representação da UEMS, Eliza Cesco, o terreno para construção fica junto à Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), na saída para Rochedinho. “O projeto arquitetônico prevê cerca de 16.000m² de área construída, distribuídos em cinco blocos com oito salas de aula, para sessenta alunos, destinados aos cursos de graduação e pós-graduação. Um bloco só com laboratórios que atenderão às especificidades de cada curso. Em cada bloco esta previsto também gabinetes de trabalho para docentes e salas de coordenação de curso”, conclui Cesco.
O início das obras está previsto para segundo semestre deste ano e a conclusão para 2014.
Ouça a entrevista de Fabíola Brandão e entenda a atual situação da UEMS:
https://soundcloud.com/primeiranot-cia/audio-fab-ola-uems
Texto: Ana Heck
Fotografia: Flávia Lima
Edição: Geisy Garnes
Sede da UEMS em Campo Grande (MS)[/caption]
O professor também comenta que pela falta de autonomia da UEMS, planejamento da nova unidade não foi definido dentro de seus conselhos internos, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), que viabiliza o projeto pedagógico dos cursos e o Conselho Universitário (Couni), que analisa os recursos disponíveis. “Acontece que este prédio em Campo Grande está sendo focado para um curso que não existe, o de Medicina, que é da vontade do governador e não passou por nenhum trâmite interno, não tem nenhuma notícia da elaboração do projeto pedagógico, não tem tramitação nos conselhos superiores e sem verba para sua criação”, explica Abrão.
De acordo com a Chefe do Escritório de Representação da UEMS, Eliza Cesco, o terreno para construção fica junto à Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), na saída para Rochedinho. “O projeto arquitetônico prevê cerca de 16.000m² de área construída, distribuídos em cinco blocos com oito salas de aula, para sessenta alunos, destinados aos cursos de graduação e pós-graduação. Um bloco só com laboratórios que atenderão às especificidades de cada curso. Em cada bloco esta previsto também gabinetes de trabalho para docentes e salas de coordenação de curso”, conclui Cesco.
O início das obras está previsto para segundo semestre deste ano e a conclusão para 2014.
Ouça a entrevista de Fabíola Brandão e entenda a atual situação da UEMS:
https://soundcloud.com/primeiranot-cia/audio-fab-ola-uems
Texto: Ana Heck
Fotografia: Flávia Lima
Edição: Geisy Garnes