Consultar o celular a todo momento virou hábito[/caption]
Os celulares, além de telefonemas e mensagens, permitem ler notícias, agendas, e-mails, ouvir músicas e acesso às redes sociais. Pesquisa realizada pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) afirma que há muito tempo deixaram de ser meros telefones móveis e o fato de não poder estar o tempo todo conectado resulta em um tipo de transtorno, a Nomofobia.
Para a psicóloga do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso da USP, Sylvia van Enck, não é fácil se desconectar do celular, na sociedade tecnológica o aparelho é sinônimo de status e inclusão social. "Podemos entender que o uso do aparelho celular, mesmo que não excessivo, especialmente em relação à população jovem, esteja relacionado aos aspectos de inclusão social e conectividade entre os amigos", afirma.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2005 e 2011, Mato Grosso do Sul esteve em terceiro lugar entre os estados em que a população acima de 10 anos possuía um celular para uso pessoal.
A estudante Adrielle Castro,17 anos, afirmou ficar ansiosa sem o celular e diz que há momentos em que não fica sem o aparelho por dois minutos. “Quando meu celular quebrou, eu fiz minha tia comprar outro para mim no mesmo dia”, completa.
A psicóloga Aida Neto explica os sintomas e características da doença:
http://www.youtube.com/watch?v=ew7LMznizfI&feature=youtu.be
Na pesquisa, feita em oito países pela revista "Time" e pela Qualcomm, 83% dos brasileiros usuários do telefone móvel se sentem perdidos, nervosos ou ansiosos ao perceber que saíram sem o aparelho. Outros 35% disseram consultar o celular a cada dez minutos ou menos e 74% afirmaram dormir com ele perto da cama.
Veja o que a população diz a respeito:
http://youtu.be/oXC0z0rhsU0
De acordo com a União Internacional de Telecomunicações (ITU), seis em cada sete pessoas no mundo possuem um celular. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) recomenda uso da tecnologia como ferramenta de aprendizado e disponibiliza um guia com dez recomendações para governos implantarem políticas públicas, que utilizem como recurso o aparelho móvel. É uma geração que aprende a se comunicar online desde cedo e tem acesso a diferentes meios de informação.
Reportagem e Edição: Lays Colombelli e Rosália Prata
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Consultar o celular a todo momento virou hábito[/caption]
Os celulares, além de telefonemas e mensagens, permitem ler notícias, agendas, e-mails, ouvir músicas e acesso às redes sociais. Pesquisa realizada pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) afirma que há muito tempo deixaram de ser meros telefones móveis e o fato de não poder estar o tempo todo conectado resulta em um tipo de transtorno, a Nomofobia.
Para a psicóloga do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso da USP, Sylvia van Enck, não é fácil se desconectar do celular, na sociedade tecnológica o aparelho é sinônimo de status e inclusão social. "Podemos entender que o uso do aparelho celular, mesmo que não excessivo, especialmente em relação à população jovem, esteja relacionado aos aspectos de inclusão social e conectividade entre os amigos", afirma.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2005 e 2011, Mato Grosso do Sul esteve em terceiro lugar entre os estados em que a população acima de 10 anos possuía um celular para uso pessoal.
A estudante Adrielle Castro,17 anos, afirmou ficar ansiosa sem o celular e diz que há momentos em que não fica sem o aparelho por dois minutos. “Quando meu celular quebrou, eu fiz minha tia comprar outro para mim no mesmo dia”, completa.
A psicóloga Aida Neto explica os sintomas e características da doença:
http://www.youtube.com/watch?v=ew7LMznizfI&feature=youtu.be
Na pesquisa, feita em oito países pela revista "Time" e pela Qualcomm, 83% dos brasileiros usuários do telefone móvel se sentem perdidos, nervosos ou ansiosos ao perceber que saíram sem o aparelho. Outros 35% disseram consultar o celular a cada dez minutos ou menos e 74% afirmaram dormir com ele perto da cama.
Veja o que a população diz a respeito:
http://youtu.be/oXC0z0rhsU0
De acordo com a União Internacional de Telecomunicações (ITU), seis em cada sete pessoas no mundo possuem um celular. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) recomenda uso da tecnologia como ferramenta de aprendizado e disponibiliza um guia com dez recomendações para governos implantarem políticas públicas, que utilizem como recurso o aparelho móvel. É uma geração que aprende a se comunicar online desde cedo e tem acesso a diferentes meios de informação.
Reportagem e Edição: Lays Colombelli e Rosália Prata
Consultar o celular a todo momento virou hábito[/caption]
Os celulares, além de telefonemas e mensagens, permitem ler notícias, agendas, e-mails, ouvir músicas e acesso às redes sociais. Pesquisa realizada pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) afirma que há muito tempo deixaram de ser meros telefones móveis e o fato de não poder estar o tempo todo conectado resulta em um tipo de transtorno, a Nomofobia.
Para a psicóloga do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso da USP, Sylvia van Enck, não é fácil se desconectar do celular, na sociedade tecnológica o aparelho é sinônimo de status e inclusão social. "Podemos entender que o uso do aparelho celular, mesmo que não excessivo, especialmente em relação à população jovem, esteja relacionado aos aspectos de inclusão social e conectividade entre os amigos", afirma.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2005 e 2011, Mato Grosso do Sul esteve em terceiro lugar entre os estados em que a população acima de 10 anos possuía um celular para uso pessoal.
A estudante Adrielle Castro,17 anos, afirmou ficar ansiosa sem o celular e diz que há momentos em que não fica sem o aparelho por dois minutos. “Quando meu celular quebrou, eu fiz minha tia comprar outro para mim no mesmo dia”, completa.
A psicóloga Aida Neto explica os sintomas e características da doença:
http://www.youtube.com/watch?v=ew7LMznizfI&feature=youtu.be
Na pesquisa, feita em oito países pela revista "Time" e pela Qualcomm, 83% dos brasileiros usuários do telefone móvel se sentem perdidos, nervosos ou ansiosos ao perceber que saíram sem o aparelho. Outros 35% disseram consultar o celular a cada dez minutos ou menos e 74% afirmaram dormir com ele perto da cama.
Veja o que a população diz a respeito:
http://youtu.be/oXC0z0rhsU0
De acordo com a União Internacional de Telecomunicações (ITU), seis em cada sete pessoas no mundo possuem um celular. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) recomenda uso da tecnologia como ferramenta de aprendizado e disponibiliza um guia com dez recomendações para governos implantarem políticas públicas, que utilizem como recurso o aparelho móvel. É uma geração que aprende a se comunicar online desde cedo e tem acesso a diferentes meios de informação.
Reportagem e Edição: Lays Colombelli e Rosália Prata