Alopécia androgenética frontal, descoberta pela faturista Márcia de Oliveira aos 23 anos.[/caption]
Pesquisa da Sociedade Brasileira do Cabelo indica que 42 milhões de homens no Brasil são calvos e 80% deles têm parentes calvos em primeiro grau. A queda dos cabelos é mais comum entre homens do que em mulheres, e chega afetar entre 50% e 80% de indivíduos caucasianos. A frequência nas mulheres gira em torno de 20% a 40% e ocorre entre a terceira e quinta década de vida, quando então estaciona e não aumenta a frequência.
A alopécia é a doença que causa a redução parcial ou total dos pelos ou cabelos no corpo. Há vários fatores que podem causá-la, entre os mais comuns estão a androgenética e a medicamentosa.
A calvície, ou alopécia androgenética é a causa mais frequente para a falta de cabelo masculina. Desenvolve-se entre a puberdade e a vida adulta e possui vários graus. É uma doença genética e também pode estar relacionada ao hormônio masculino, a testosterona. Outra causa comum para a perda de cabelo e pelos é a devido tratamentos médicos, que aparece após algum distúrbio nos órgãos, infecções, quimioterapia e radioterapia.
A faturista de 39 anos, Márcia de Oliveira Carvalho, sofre com a alopécia androgenética desde os 23 anos. Após notar a queda constante dos cabelos na região frontal da cabeça, procurou um dermatologista que constatou a doença. “Fiquei abalada no começo quando descobri, mas agora já me acostumei. Se eu ficar sem cabelo, existem opções. Eu posso usar uma peruca”, completa Márcia.
Para o estudante de 24 anos, Guilherme Lucas de Souza, não existe problema na perda dos cabelos. A descoberta da alopécia aconteceu durante o ensino médio, e depois de alguns exames foi constatado que era genético. “Convivo bem com a calvície, pra ser sincero até gosto”, ressalta.
A psicóloga Raquel Icassati, explica que a queda dos cabelos afeta mais o lado emocional, principalmente em mulheres na fase da adolescência e em idades que variam entre 20 e 50 anos. Para ela, a mulher que perde o cabelo tem dificuldades em administrar a vida social devido à autoestima.
O primeiro passo no tratamento da alopécia é determinar qual a causa. A alopecia androgenética não tem cura, mas segundo o dermatologista Alexandre Moretti de Lima é possível controlar. “Pode-se usar soluções que estimulem o folículo a crescer e que tratem a enzima responsável pelo desenvolvimento da doença. Um tratamento mais definitivo seria o implante capilar, porém não é uma cura, pois se trata de herança genética”.
É necessário procurar um dermatologista caso haja a queda excessiva dos pelos e cabelos, e estar sempre atentos a cuidados básicos principalmente nas estações mais secas onde a queda dos cabelos é mais comum.
Veja a entrevista com Raquel Icassati para o Programa Conexão Universitária, que aborda o lado emocional de quem perde os cabelos devido a tratamentos médicos.
http://youtu.be/UpFx1yVu7Cs
Reportagem e Edição: Lays Colombelli e Rosália Prata.
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Alopécia androgenética frontal, descoberta pela faturista Márcia de Oliveira aos 23 anos.[/caption]
Pesquisa da Sociedade Brasileira do Cabelo indica que 42 milhões de homens no Brasil são calvos e 80% deles têm parentes calvos em primeiro grau. A queda dos cabelos é mais comum entre homens do que em mulheres, e chega afetar entre 50% e 80% de indivíduos caucasianos. A frequência nas mulheres gira em torno de 20% a 40% e ocorre entre a terceira e quinta década de vida, quando então estaciona e não aumenta a frequência.
A alopécia é a doença que causa a redução parcial ou total dos pelos ou cabelos no corpo. Há vários fatores que podem causá-la, entre os mais comuns estão a androgenética e a medicamentosa.
A calvície, ou alopécia androgenética é a causa mais frequente para a falta de cabelo masculina. Desenvolve-se entre a puberdade e a vida adulta e possui vários graus. É uma doença genética e também pode estar relacionada ao hormônio masculino, a testosterona. Outra causa comum para a perda de cabelo e pelos é a devido tratamentos médicos, que aparece após algum distúrbio nos órgãos, infecções, quimioterapia e radioterapia.
A faturista de 39 anos, Márcia de Oliveira Carvalho, sofre com a alopécia androgenética desde os 23 anos. Após notar a queda constante dos cabelos na região frontal da cabeça, procurou um dermatologista que constatou a doença. “Fiquei abalada no começo quando descobri, mas agora já me acostumei. Se eu ficar sem cabelo, existem opções. Eu posso usar uma peruca”, completa Márcia.
Para o estudante de 24 anos, Guilherme Lucas de Souza, não existe problema na perda dos cabelos. A descoberta da alopécia aconteceu durante o ensino médio, e depois de alguns exames foi constatado que era genético. “Convivo bem com a calvície, pra ser sincero até gosto”, ressalta.
A psicóloga Raquel Icassati, explica que a queda dos cabelos afeta mais o lado emocional, principalmente em mulheres na fase da adolescência e em idades que variam entre 20 e 50 anos. Para ela, a mulher que perde o cabelo tem dificuldades em administrar a vida social devido à autoestima.
O primeiro passo no tratamento da alopécia é determinar qual a causa. A alopecia androgenética não tem cura, mas segundo o dermatologista Alexandre Moretti de Lima é possível controlar. “Pode-se usar soluções que estimulem o folículo a crescer e que tratem a enzima responsável pelo desenvolvimento da doença. Um tratamento mais definitivo seria o implante capilar, porém não é uma cura, pois se trata de herança genética”.
É necessário procurar um dermatologista caso haja a queda excessiva dos pelos e cabelos, e estar sempre atentos a cuidados básicos principalmente nas estações mais secas onde a queda dos cabelos é mais comum.
Veja a entrevista com Raquel Icassati para o Programa Conexão Universitária, que aborda o lado emocional de quem perde os cabelos devido a tratamentos médicos.
http://youtu.be/UpFx1yVu7Cs
Reportagem e Edição: Lays Colombelli e Rosália Prata.
Alopécia androgenética frontal, descoberta pela faturista Márcia de Oliveira aos 23 anos.[/caption]
Pesquisa da Sociedade Brasileira do Cabelo indica que 42 milhões de homens no Brasil são calvos e 80% deles têm parentes calvos em primeiro grau. A queda dos cabelos é mais comum entre homens do que em mulheres, e chega afetar entre 50% e 80% de indivíduos caucasianos. A frequência nas mulheres gira em torno de 20% a 40% e ocorre entre a terceira e quinta década de vida, quando então estaciona e não aumenta a frequência.
A alopécia é a doença que causa a redução parcial ou total dos pelos ou cabelos no corpo. Há vários fatores que podem causá-la, entre os mais comuns estão a androgenética e a medicamentosa.
A calvície, ou alopécia androgenética é a causa mais frequente para a falta de cabelo masculina. Desenvolve-se entre a puberdade e a vida adulta e possui vários graus. É uma doença genética e também pode estar relacionada ao hormônio masculino, a testosterona. Outra causa comum para a perda de cabelo e pelos é a devido tratamentos médicos, que aparece após algum distúrbio nos órgãos, infecções, quimioterapia e radioterapia.
A faturista de 39 anos, Márcia de Oliveira Carvalho, sofre com a alopécia androgenética desde os 23 anos. Após notar a queda constante dos cabelos na região frontal da cabeça, procurou um dermatologista que constatou a doença. “Fiquei abalada no começo quando descobri, mas agora já me acostumei. Se eu ficar sem cabelo, existem opções. Eu posso usar uma peruca”, completa Márcia.
Para o estudante de 24 anos, Guilherme Lucas de Souza, não existe problema na perda dos cabelos. A descoberta da alopécia aconteceu durante o ensino médio, e depois de alguns exames foi constatado que era genético. “Convivo bem com a calvície, pra ser sincero até gosto”, ressalta.
A psicóloga Raquel Icassati, explica que a queda dos cabelos afeta mais o lado emocional, principalmente em mulheres na fase da adolescência e em idades que variam entre 20 e 50 anos. Para ela, a mulher que perde o cabelo tem dificuldades em administrar a vida social devido à autoestima.
O primeiro passo no tratamento da alopécia é determinar qual a causa. A alopecia androgenética não tem cura, mas segundo o dermatologista Alexandre Moretti de Lima é possível controlar. “Pode-se usar soluções que estimulem o folículo a crescer e que tratem a enzima responsável pelo desenvolvimento da doença. Um tratamento mais definitivo seria o implante capilar, porém não é uma cura, pois se trata de herança genética”.
É necessário procurar um dermatologista caso haja a queda excessiva dos pelos e cabelos, e estar sempre atentos a cuidados básicos principalmente nas estações mais secas onde a queda dos cabelos é mais comum.
Veja a entrevista com Raquel Icassati para o Programa Conexão Universitária, que aborda o lado emocional de quem perde os cabelos devido a tratamentos médicos.
http://youtu.be/UpFx1yVu7Cs
Reportagem e Edição: Lays Colombelli e Rosália Prata.